Em novembro do ano passado decidi mudar meu site antigo de cara, nome, endereço e propósito. O blog sem nome chamado o(n_n)o se transformou no Vício Criativo e um plano ― que não deu muito certo ― foi traçado para que a transição fosse feita sem prejudicar o site antigo e minimizar o potencial do site novo.
FInalmente, semana passada apliquei o novo lay-out no Vício e terminei no último sábado. No domingo, descansei! (^_^) E arrumei algumas coisas que passaram na correria da última semana. Está quase tudo pronto! Digo quase pois ainda faltam algumas coisas como:
Criar uma folha de estilos para acesso otimizado do site para celulares;
Escrever o texto da página “Sobre”;
Escrever o texto da página “Contato”;
Criar e formatar uma categoria especial de artigos pequenos e de leitura rápida;
Formatar, criar e catalogar meus trabalhos no “Portfolio”.
Mas eu sabia que o processo de mudança do site antigo para o Vício teria estas etapas e não pretendo colocar os carros na frente dos bois. Quero que tudo aconteça ao seu tempo, sem qualquer correria e repentes. Tudo será publicado com a máxima certeza e cuidado. Acho que nunca fiz nada com tanto apreço pra mim mesmo e espero que isto agrade quem visita este site. Tenha certeza de que estou satisfeito com os resultados que estou obtendo!




“Para piorar, resolvi viajar de carona. Adotando uma postura heróica, declarei a intenção de me tornar a primeira pessoa a atravessar o Japão de carona, de ponta a ponta, de cabo a cabo, de mar a mar. Isso não impressionou meus amigos tanto quanto eu esperava.
‘Por que você deseja fazer isso?’, perguntaram, genuinamente intrigados. ‘Não há razão para pegar carona. Foi para isso que construímos o Trem Bala.’
Outros se preocuparam com a minha segurança. ‘Mas’, eu argumentava, ‘o Japão não é um país bastante seguro?’
‘Ah, claro. Muito seguro. O mais seguro do mundo.’
‘Então por que eu não deveria pegar carona?’
‘Porque o Japão é perigoso.’
E assim por diante.”
Faz tempo que não exercito esse lado meu, o de apaixonado pela cultura oriental. O problema é que todos hoje em dia são apaixonados. Como costumo desconfiar quando todos concordam com alguma coisa, tento ver de outro ângulo a situação para descobrir algumas brechas nessas “verdade absolutas”.

14 mai