Artigos da Categoria “Blog”

Depois de um longo tempo sem escrever, tentarei justificar um pouquinho essa minha ausência. Tantas coisas aconteceram mas não tive vontade de compartilhar nada até agora…

A face chata da internet

Depois de tanto tempo dedicado à internet, seja no trabalho ou por diversão, os códigos e as normas da rede me cansaram um pouco. Mas o que mais pesou foi a sensação de estagnação que estava sentindo. Estava trabalhando em uma empresa onde eu não possuía liberdade de decisões embora não recebesse ordens de ninguém. Também era cobrado indireta e constantemente para entregar um material de qualidade que sempre era desconfigurado e desmanchado de sua essência. Se você está confuso lendo estas palavras imagine como me sentia enquanto trabalhava naquela empresa.

Então resolvi continuar trabalhando e imaginei que conseguiria procurar outro emprego. Não conseguia. A minha desmotivação era tão grande que comecei a me conformar com ela. Mas sempre tentei ser o mais profissional possível e acho que nunca deixei que a qualidade de meu trabalho caísse.

Até que um convite inesperado surgiu: uma vaga de diretor de arte estava aberta em uma das maiores agências de publicidade da região. É onde trabalho agora e minha sensação de estagnação foi embora. Estou me sentindo “desafiado” novamente… de um jeito saudável, é claro!

A faculdade e a vida profissional

Quando eu era adolescente sempre admirei meus colegas de faculdades que conseguiam conciliar seus estudos e o pouco tempo que tinham por causa do emprego. Eu que tinha muito tempo de sobra sempre acabava correndo contra o tempo para fazer os trabalhos da faculdade. Hoje estudo e trabalho assim como meus antigos colegas. E entendi que eles se tornaram mestres no malabarismo da divisão do tempo que sobra na correria diária e que acaba ceifando boas horas de sono e de descanso.

E seus trabalhos

Os professores da faculdade têm exigido uma série de trabalhos, é óbvio! E, apesar da correria, até que estou gostando bastante deles. Eles acabarão integrando com destaque meu portfolio! Confira alguns abaixo:

Capa de livro: Macunaíma Capa de livro: Uma janela em Copacabana Capa de livro: O menino que chovia Capa de livro: Produção Gráfica para Designers Scraping Book: Coisas de Santos Scraping Book: Parque de diversões Coleção de livros Design.BR

Link dos livros utilizados nos trabalhos:

1470224762_ee51a579f1_m.jpgAh, a internet. Essa rede que abriga tanta informação e torna acessível a qualquer os mais misteriosos conceitos acadêmicos. Esse universo mágico que aparece dentro da tela do monitor… E mesmo depois de tanto tempo disponível a todos que possuem acesso a ela, ainda existem empresas que tentam lucrar com ela da maneira mais porca: vendendo cursos “profissionalizantes” para leigos. Eu já escrevi sobre isso antes e estou voltando ao assunto de novo. Enquanto existirem empresas vendendo este tipo de curso de webdesign, sem qualquer preocupação de ensinar o mínimo de noções de arte e design, a falta de respeito pela profissão permanecerá. Diz lá no Wikipédia sobre o que é webdesign:

O web design é uma extensão da prática do design, onde o foco do projeto é a criação de web sites e documentos disponíveis no ambiente da web.

O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a arquitetura da informação, programação, usabilidade, acessibilidade entre outros.

A preocupação fundamental do web designer é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma agradável e intuitiva.

Muitos destes cursos deficitários em design são focados no ensino do domínio de determinados softwares e quase nada da vivência real do profissional. Assim dá até pra entender que não exista ainda regulamentação oficial da profissão de webdesigner no Brasil. Muitas outras carreiras relacionadas à internet também estão na mesma situação “clandestina” perante às leis brasileiras. A empresa onde trabalho registra todos seus profissionais, programadores e webdesigners, como assistentes de manutenção de informática.

Não existe diferença entre o que eu faço e meu colega técnico em informática, um criando sites e outro consertando computadores e montando redes. Não quero dizer que uma atividade possui menor importância que a outra. São ramos de atividade totalmente diferentes ainda vistas de um mesmo modo pelo governo…

Foto: http://www.flickr.com/photos/rbos/1470224762/, do Ruben Bos

CSS No início de 2008, uma aparente fraude no ranking do Youtube causou burburinho acalorado entre usuários do site e fãs da banda brasileira que faz muito sucesso fora do país Cansei de Ser Sexy. Um clipe feito por um fã da banda montou um videoclipe com cenas da banda, enviou pro Youtube e se tornou o vídeo mais assistido do site. Parece que o site retirou este vídeo de seu arquivo mas ele pode ser conferido no MySpace. Muitos acharam que a duvidosa popularidade deste vídeo fosse um erro do sistema do Youtube… Mas muitos se esqueceram que o Google, dono do Youtube, pode ter influenciado em alguma coisa.

Acontece que ao buscar alguma coisa no Google, vídeos do Youtube podem ser sugeridos como conteúdo relevante logo nas primeiras páginas de resultado. Tente buscar por exemplo “CSS” no Google. Apareceu algum resultado da banda Cansei de Ser Sexy? Talvez não. CSS é uma sigla em inglês que significa Cascading Style Sheets. Em bom português: Folha de Estilos utilizados para formatar visualmente uma página HTML. Hoje utilizar CSS na construção de sites é muito recomendável pois facilita uma melhor interpretação do código-fonte, separando a estrutura HTML básica de formatações de cores, fontes, tamanhos, entre outras regras.

Apesar de bem documentado, a aplicação destas folhas de estilo em sites ainda são muito exemplificados em guias e tutoriais aos montes na internet. Qualquer pessoa, iniciante ou não na utilização de CSS, costuma buscar melhores jeitos de utilizar os códigos. Igual dona-de-casa em busca de novas receitas para aquele doce que já sabe fazer.

Voltando ao caso do vídeo do CSS, a busca de CSS no Google pode ter influenciado o Youtube a considerar o vídeo do fã do CSS relevante nas buscas. Algumas pessoas devem ter encontrado desta maneira o vídeo e o indicado a amigos, assim como todo mundo faz… Você sabe o que isso vira: o amigo recebe a indicação, assiste ao vídeo, envia pra mais amigos, etc, etc. O vídeo virou o hit do site.

E agora…

Até o Governo brasileiro quer usar um pouquinho do poder do CSS. Transformou a “bendita” e extinta CPMF em CSS - Contribuição Social para a Saúde. Se antes você era obrigado a pagar 0,38% do valor movimentado, agora você pagará, a partir de 2009, “apenas” 0,1%. Espero que esta nova cobrança tenha efeitos positivos pois a extinta CPMF fora criada pelo igual propósito de ajudar a melhorar a área da Saúde…

Foto: http://www.flickr.com/photos/lornethomson/318016160/

Eu lembro muito bem quando chegou o último dia do colegial. Estudei em uma escola estadual, curso técnico em período integral, sem muito tempo para cursinhos e sem muita perspectiva de carreira na área cursada por pura falta de prática, isso não se ensina nas escolas. Todos meus colegas da classe tinham planos diferentes. Muitos tentaram enfrentar o vestibular com a cara e coragem. Nem sei se passaram. Outros seguiram fazendo não sei bem o quê. Os colegas mais próximos juraram manter contato mas cada um seguiu por um caminho diferente. Podem pensar que sou uma pessoa fria mas nunca tentei localizá-los através do Orkut, coisa que não uso faz tempo. E fui fazer cursinho extensivo preparatório para suprir o 2º. Grau um pouco pobre em algumas matérias…

O que quero dizer com toda esta introdução é que todo ano jovens são confrontados com aquela pergunta: o que quero ser? As escolas tentam aproximar profissionais de diversas áreas dos alunos e suprir suas dúvidas e inseguranças mas, para muitos, acredito que ainda seja difícil tomar uma decisão tão importante. Comigo foi assim. Só sabia que não queria trabalhar em frente a um computador. Tanto que prestei vestibular para o curso de Arquitetura e Urbanismo. E que arquiteto faz qualquer coisa hoje sem uso da computadores? Que pessoa hoje trabalha sem usar computador? Exceções à parte, o computador ajuda muito qualquer profissional. A falta de maturidade e conhecimento das coisas da vida atrapalha a decisão de muitos jovens.

Este ano, enfrento o vestibular mais seguro: já trabalho na área do curso que quero estudar. E o computador? É o principal veículo do meu trabalho hoje. (^_^) Me desejem sorte!

livros.jpg No fim do ano passado, afirmei que nunca tinha lido tanto em tão pouco tempo e que achei que a tendência continuaria. Não desse jeito que aconteceu mas fico feliz em dizer que ando lendo demais! Em poucos meses, li mais livros do que li nos últimos anos! “O Clube dos Anjos”, “Persépolis”, “Nunca subestime uma mulherzinha” e “O Insaciável Homem-Aranha”. O “Curso de Japonês em Quadrinhos” figura aqui por outro motivo.

“O Clube dos Anjos” (de Luis Fernando Veríssimo, Editora Objetiva, 132 páginas) pertence a série Plenos Pecados, que também tem “A Casa dos Budas Ditosos” em sua coleção, e fala da Gula. Ele traz a história de um grupo de dez bon-vivants que fizeram um pacto na adolescência de se encontrarem uma vez por mês para degustarem um jantar especial e sofisticado. Tudo para “celebrarem a vida” da melhor maneira. Esses jantares sempre eram regados por alguma discórdia, amenizada pela degustação dos pratos e enfastiamento do grupo. Até que um dia, um deles, Daniel, o narrador da história, conhece um cozinheiro fantástico que promete surpreender a todos com seus pratos perfeitos.

Mas logo no primeiro jantar preparado por este novo cozinheiro, um integrante morre após saborear seu prato predileto. E assim, um a um, os integrantes do grupo vão morrendo após degustarem seus pratos preferidos. E o pior é que, a certa altura da narrativa, mesmo sabendo que vão morrer, comem o que gostam. E isso é somente parte dessa história em que o prazer da gula é o sentido da vida dos personagens.

“Persépolis” (de Marjane Satrapi, Companhia das Letras, 352 páginas) conta a história da própria autora que viveu a transição de governos no Irã durante sua infância e foi obrigada a seguir as rígidas regras xiitas. Filha de uma família moderna e politizada, onde a conversa e o diálogo sempre foram cultivados e estimulados, a imposição das leis do novo governo mexeu com a rotina de Marjane e moldou seu pensamento. Na escola, ousou questionar algumas das novas normas e foi severamente punida. Na rua, não podia se vestir do jeito que gostava. Pra comprar as novidades ocidentais, discos de música por exemplo, era preciso desafiar a lei e escutar em lugares onde o som não poderia ser ouvido por ninguém de fora.

Até as festas de confraternização e comemoração poderiam resultar em prisão. Marjane viveu o final de sua infância e boa parte da adolescência presenciando situações horríveis até que foi para a Alemanha Áustria, em um exílio voluntário, proposto por seus pais. Persépolis é um livro riquíssimo em detalhes, narrado como uma história em quadrinhos, com situações impressionantes e emocionantes. Para ler e não parar!

“O Insaciável Homem-Aranha” (de Pedro Juan Gutiérrez, Companhia das Letras, 208 páginas) conta a história de um artista frustrado que mora em Havana, Cuba, e leva um vida sem perspectivas. Ele convive com um extremo desejo de luxúria abafado pelo seu entorno pobre e sem graça e sua idade considerada “avançada demais”. O livro é tão denso, tão depressivo, que ainda não acabei de ler… Indicado pra quem quer encontrar alguém com alguma neura maior que a sua própria…

“Nunca subestime uma mulherzinha” (de Fernanda Takai, Editora Panda Books, 136 páginas) é a compilação de algumas crônicas e contos publicados nos jornais O Estado de Minas e Correio Braziliense. A cantora do Pato Fu escreve com sua visão prática e bem-humorada histórias que poderiam fazer parte da vida de qualquer um. O livro é dividido em capítulos chamados “Coisas que aconteceram” ou “Coisas que podem ter acontecido” por exemplo. Bem legal e indispensável aos fâs da banda!

No final de 2006, a Editora Conrad lançou no Brasil o curso de “Japonês em Quadrinhos” e eu tentei, juro que tentei, aprender esta língua tão difícil com o livro. Apesar de muito didático, ilustrado e direto, o livro possui um grande obstáculo a qualquer um que se atreva a seguí-lo: logo nos primeiro capítulos, o autor Marc Barnabé te “abandona” na introdução dos kanjis, aqueles símbolos orientais que apresentam uma idéia completa. Mas fora este “detalhe”, o livro é muito bom pra quem tem acesso à livros e textos japoneses menos elaborados. Tanto que a Conrad lançou a segunda parte deste curso: Japonês em Quadrinhos 2 - Curso Pré-Intermediário. Quem sabe um dia eu retomo este curso… (-_-) Agora, assim que tiver tempo, vou atrás deste livro aqui, “achado” neste blog aqui!

22 abr 2008

Blog, Design

Sem tipo

fontbot_001_helbotica.jpgExiste uma coisa nos designers: muitos deles adoram fazer uma enorme coleção de tipos de letra em seus computadores. Eu também tenho minha “pequena” coleção de mais de 5 mil tipos em meu computador pessoal. E antes de começar a criar qualquer coisa nova, sem guias de comunicação/aplicação visual, o designer abre seu programa de criação favorito e gasta algum tempo testando algumas soluções visuais e propondo brincadeiras com cores, espaçamento de letras, soluções de alinhamento, etc. Quem trabalha com Mac costuma utilizar um gerenciador de fontes para aliviar a memória do computador. Fui atrás de uma solução para o Windows e uso o programa Extensis Suitcase, excelente programa para este problema.

Quem nunca precisou instalar uma fonte no Windows e jogou o arquivo lá na pasta de Fontes do sistema? Quanto mais arquivos existirem lá, mais o sistema operacional ficará lento pra tudo pois ele costuma acessar esta pasta freqüentemente. O Suitcase cria uma lista de tipos salvos em uma pasta definida pelo usuário e, quando o uso de qualquer fonte for necessário, é só ativá-la, permanente ou temporariamente, e o programa disponibiliza o arquivo pra uso em qualquer programa.

Na internet, entretanto, webdesigners não podem usufruir de tantos recursos gráficos. Com o uso de imagens, é possível abusar um pouco de diferentes formatos de letra mas o tamanho final do arquivo da imagem pode atrapalhar um lay-out muito elaborado. Arial, Times New Roman, Verdana, Georgia e Tahoma são algumas das fontes disponíveis em textos da internet. Essas e algumas poucas outras fazem parte do pacote básico instalado no Windows XP. E de um tempo pra cá são estas fontes que uso para criar qualquer lay-out que faço.

Não estou reclamando não. Apesar de não utilizar algumas “fontes da moda”, mais modernas e diferentes, tenho praticado o bom senso e um certo minimalismo. Estes novos trabalhos não são nada inferiores se comparados aos trabalhos mais antigos, que utilizam fontes diferentes.

Infelizmente não achei o artigo que li há algum tempo e que mostrava isso. Existe um designer famoso por se impor este limite gráfico. Ele se priva dos novos tipos pois acredita que aqueles que vieram instalados no computador são conhecidos, possuem leitura fácil e conseguem transmitir a idéia do texto onde estão aplicados mais rápido. E ele tem razão. (^_^)

Foto: http://www.invdr.com/invdr_portfolio_fontbots.html

Sempre me perguntam como é que eu estou. Geralmente são pessoas que estão meio longe de mim já há algum tempo. Tento reconfortá-las dizendo que estou bem. Estou trabalhando perto de minha casa, equilibrando o salário e as despesas, sem problemas de saúde, com algumas ambições saudáveis e pensando em entrar em uma academia de vez. Não que eu precise…

Já estive nesta situação antes mas não me sentia confortável com ela. Menosprezava algumas coisas que agora dou um outro valor. Sinto agora que consigo aproveitar melhor situações, objetos, emoções, problemas e desafios. Vejo com mais clareza algumas coisas. Tenho mais qualidade de vida.

Parece que estou me gabando demais pra alguém que não tem tudo. Existem pessoas que possuem mais na vida: mais dinheiro, mais posses, mais conhecimento, mais realizações, mais independência, mais qualquer outra coisa. É claro que eu as invejo mas estou feliz aonde e como estou/sou. Pela primeira vez depois de muito tempo tenho a certeza de que sou dono do meu nariz. Isso é tão bom! (^_^)

Mas no contexto atual…

Perigo da inflação, desvarios de governos vizinhos ao nosso país, crise estrangeira, corrupção interna, celebridades vazias, revoluções inúteis, crimes estúpidos, atos desumanos, etc. Enfim tudo é noticiado à exaustão e a nossa civilidade é desafiada. Até o mais confiante, tranqüilo, esperançoso indivíduo desanima.

Até que alguém transforma todo este lamaçal em combustível pra criar algo novo, bom, responsável, funcional e evolutivo. Pena que estas ações sejam menos divulgadas e amparadas. Duvida? Acesse qualquer grande portal, nacional ou estrangeiro, e procure alguma nota, por menor que seja, que reporte ações, projetos, invenções ou novidades deste gênero evolutivo e benéfico. Eu acabei de tentar e não achei…

Em novembro do ano passado decidi mudar meu site antigo de cara, nome, endereço e propósito. O blog sem nome chamado o(n_n)o se transformou no Vício Criativo e um planoque não deu muito certo ― foi traçado para que a transição fosse feita sem prejudicar o site antigo e minimizar o potencial do site novo.

FInalmente, semana passada apliquei o novo lay-out no Vício e terminei no último sábado. No domingo, descansei! (^_^) E arrumei algumas coisas que passaram na correria da última semana. Está quase tudo pronto! Digo quase pois ainda faltam algumas coisas como:

  • Criar uma folha de estilos para acesso otimizado do site para celulares;

  • Escrever o texto da página “Sobre”;

  • Escrever o texto da página “Contato”;

  • Criar e formatar uma categoria especial de artigos pequenos e de leitura rápida;

  • Formatar, criar e catalogar meus trabalhos no “Portfolio”.

Mas eu sabia que o processo de mudança do site antigo para o Vício teria estas etapas e não pretendo colocar os carros na frente dos bois. Quero que tudo aconteça ao seu tempo, sem qualquer correria e repentes. Tudo será publicado com a máxima certeza e cuidado. Acho que nunca fiz nada com tanto apreço pra mim mesmo e espero que isto agrade quem visita este site. Tenha certeza de que estou satisfeito com os resultados que estou obtendo!

24 mar 2008

Blog, Site

Está na hora!

Em obras A partir de hoje, começo a aplicar o novo lay-out no site. Infelizmente, ele vai perder todo o padrão visual por algum tempo. Ele vai ficar do jeito mais simples possível. E mais feio também.

Mas tudo por uma boa causa: depois da aplicação, acredito que o site vai ficar bem mais agradável! (^_^) O lay-out que fiz ficou bem simples e elegante mas queria receber alguns comentários. É só aguardar um pouquinho.

Brincando com o Google

O Google já indexou este site, de cabo a rabo. Se você não sabe o que é indexar, me explico: ele navegou por todas as páginas deste site, leu seu conteúdo e aprendeu todas as palavras-chave que existem aqui para que você possa encontrar este site quando for fazer sua pesquisa.

Com a aplicação do novo lay-out, muitos endereços desnecessários vão mudar um pouquinho. A página de arquivos, por exemplo, além de perder vários algumas listas de arquivo, vai mudar de nome também.

Isso obrigará o Google e outros mecanismos de busca a indexar este site de novo. Com isso, o Vício não vai aparecer com freqüência nas buscas que fizerem… (T_T)

Deixe de usar o Internet Explorer 6!

Agora!

A Microsoft queria impor sua dominância à internet, que foi verdade durante algum tempo, mas logo surgiu uma força renovadora que exigiu uma padronização de códigos, regras e condutas na manutenção da internet. O maior ícone desta revolução é o navegador Firefox, que está chegando em sua 3ª. versão.

Com a popularização deste novo navegador, quem trabalha com internet notou que existia uma grande diferença de como uma mesma página, construída respeitando os padrões, era exibida de forma diferente no Firefox e no Internet Explorer. As falhas e os remendos que a Microsoft deixou no Internet Explorer 6 ficaram evidentes.

A sétima versão do IE é um pouco melhor e a oitava versão, a ser lançada em breve, parece estar respeitando mais os padrões HTML. Mas a Microsoft já disse que vai manter alguns remendos no navegador pois quer manter a compatibilidade com as páginas atuais, construídas levando em conta o famigerado IE6.

Você pode fazer um favor muito grande para a internet como um todo? Está afim de colaborar comigo e com todo mundo que quer levar a internet adiante, de modo correto e dentro dos padrões aceitos por todos, exceto Microsoft? Atualize seu IE para a versão 7 ou utilize outro navegador de internet! Pelo Windows Update, você baixa a nova versão do IE, se seu Windows for original, mas você pode achar outro modo de fazê-lo… (^_^)

Ou baixe o Firefox, Opera, Safari, ou qualquer outro navegador que você preferir contando que não seja o IE!

Estatísticas

Eu não vou testar o novo lay-out no IE6 mas tive uma triste constatação este fim de semana quando acessei as estatísticas de visitação do Vício, fornecidas pelo Google Analytics. A maior parte dos visitantes do site é brasileira, usuária de Internet Explorer e em sua versão 6.

É certo como 1 + 1 = 2 (hmmm… pensando bem, há outras soluções para esta equação!) que o site não vai funcionar bem neste navegador. Por isto eu peço: por favor, abandonem esta praga que não funciona bem! A sua utilização impede que quem trabalha com internet concretize de forma correta seus projetos. Mais da metade dos visitantes deste site não terão uma boa experiência por causa deste navegador… Infelizmente…

Saiu hoje em todos os jornais inclusive na Folha de São Paulo, uma fonte que eu sempre costumo citar: um garoto de apenas 8 anos foi aprovado no vestibular de uma faculdade privada. Ele se inscreveu como trainee, fez a prova e foi aprovado. Tem algumas coisas neste caso que eu ainda não entendi completamente.

Se o menino, que está um pouco adiantado na escola já que estuda na quinta série, se inscreveu como trainee, ele nunca poderia se matricular na faculdade. A mãe dele de tão feliz já pagou a matrícula do garoto no curso de direito! Trainees são candidatos que só fazem a prova para testar sua capacidade diante do vestibular. E só: eles não podem se matricular em nenhum curso. Ou eu estou errado?

Outra coisa que me causa indignação é que, mesmo que o menino fosse superdotado, o que não é o caso, ele passou no vestibular de uma faculdade privada. Ou seja, a prova vestibular das faculdades particulares é tão fraca, tão fraca, e as universidades querem tanto vender seus cursos, que qualquer imbecil consegue passar no vestibular. Ou será que todos esqueceram que um analfabeto já passou no vestibular em 2001? Esta notícia é mais um retrato do péssimo nível de educação no Brasil.

Amigos jornalistas

Esta semana, visitei alguns blogs de jornalistas, vários freelancers, e fiquei feliz em perceber como eles são atuantes, engajados e críticos. O meu site não é jornalístico e eu não tenho pretensão, condições e/ou estrutura para gerar tanto conteúdo, por mais que o jornalismo e a criação de textos me fascine. E cheguei à conclusão que preciso tornar este site menos blog e mais portfolio, site de designer, de criativo. Isto é uma meia desculpa por não conseguir escrever tanto quanto gostaria… Encare como quiser. Mas que eu preciso “botar a mão na massa”, ah, isso eu preciso! (^_^)

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