Arquivo: fevereiro 2008

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No início da semana passada, a Nintendo lançou para seu videogame portátil Nintendo DS o primeiro jogo de uma das séries de maior sucesso dos últimos tempos no Japão, Professor Layton and the Curious Village.

Desenvolvido pela empresa Level-5, responsável pela série Dark Cloud (PS2), pelo jogo Dragon Quest 8 (PS2) e Rogue Galaxy (PS2), Professor Layton é baseado em esquema simples: uma história de mistério e quebra-cabeças complicados mas acessíveis e inteligentes. O principal desafio do jogo é resolver estes quebra-cabeças que estão espalhados de todas as maneiras e formas na vila onde o jogo se passa. Layton, mestre em resolver quebra-cabeças, é chamado para esta vila após a morte de um dos personagens mais importantes do lugar. Ele deixou um misterioso tesouro escondido em algum lugar e sua viúva quer que o professor descubra onde isto está.

O jogo consegue atrair a curiosidade de qualquer um com seus quebra-cabeças e desafios. É impossível não ficar intrigado com perguntas do tipo iguais a esta:

Cinco gatos conseguem caçar cinco ratos em cinco minutos. Com isto em mente, quantos gatos são necessários para caçar 100 ratos em 100 minutos?

Perguntas de lógica, com números, pegadinhas, quebra-cabeças com fósforos, barbantes, líquidos, etc. Isso e muito mais aparece no jogo. Jogando fica fácil entender porque a série se tornou popular no Japão. Lá, está sendo finalizado o terceiro jogo da série. O terceiro em apenas dois anos! E um filme deverá ser filmado por lá. A Nintendo dos E.U.A. deixou todo mundo intrigado e ansioso com o anúncio do lançamento deste título em inglês.

A imprensa especializada tratou logo de apresentar o jogo em inúmeras ocasiões mas, mesmo depois de alguns dias após seu lançamento, ainda era possível encontrar alguns jogadores desavisados e curiosos com tantos elogios a este título. Também descobriram no manual do jogo que talvez, um dia, quem sabe, a Nintendo lance a continuação da série deste lado mundo. Tomara!

Mudanças

Dez dias de algum trabalho e muito estudo. Ainda preciso buscar alguma forma de fazer as últimas mudanças por aqui. Estou quase lá! (^_^) Neste artigo, por exemplo, inseri um comentário de teste para ver como o sistema está criando a formatação nele...

O Pato Fu gravou no CD “Toda cura para todo mal” uma música com o título “Estudar pra quê?” que fala que quem tem computador tem acesso a tanta informação, a toda hora, de tantos lugares, que ele não precisa de mais nada, que fica bom em quase tudo e nem precisa de estudo. Será?

Hoje de manhã, li no serviço em uma revista de 2006 um artigo que dizia que o autodidatismo é válido mas nada melhor do que uma boa formação acadêmica para criar uma carreira sólida. O autor também falava que cansou de ver gente boa mesmo sendo cortado sumariamente de processos seletivos por falta desta ou daquela qualificação. E exemplificou ainda alguns tipos profissionais que são identificados pelas empresas como inaptos, após análise curricular.

Não preciso dizer que entrei em parafuso. Não tenho formação acadêmica, já fui eliminado de uma boa vaga em uma grande empresa por causa disso, e quero estudar. Mas não posso agora bancar um curso de formação superior e só por um milagre passaria na Fuvest... Fiquei pensando no meu currículo. Acredito que meu portfolio possui bons trabalhos mas a falta de um diploma me preocupa muito. Já me peguei várias vezes analisando friamente meus trabalhos e me perguntando até onde eles são bons, onde poderia melhorá-los. Tenho formação prática. Trabalhei em escritórios de design, agências de publicidade e em um grande portal da internet. E isso ainda não me vale o prestígio de nada...

E já vi alguns amigos deixando suas profissões por diversos motivos. Não quero isso pra mim. Gostaria muito de continuar a fazer o que faço. Talvez em um lugar melhor, quem sabe um dia. Mas hoje voltei a pensar se não seria melhor buscar a estabilidade de um outro cargo, fazendo algo completamente diferente da criação. Eu estudaria e voltaria a trabalhar na área. Mas e essa janela de tempo afastado da área? A faculdade seria justificativa suficiente para ela?

Acredito que não. Já é tão difícil saber do que se gosta de fazer e ser forçado a abrir mão disso “só” por uma tranqüilidade financeira não me parece uma boa idéia.

Enquanto isso...

Este site está em uma segunda fase de adaptação. Falta pouco para que o novo lay-out esteja funcionando. Mas sei que mesmo depois disso, vou ter que ajustar muitas coisas até conseguir deixá-lo do jeito que imaginei...

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