Outro dia, estava conversando com conhecidos. Gente que conheci por
acaso e até temos certa afinidade, mas nenhuma intimidade pra afirmar a
amizade. E, no grupo, havia um pessoa a mais, que não tinha sido
convidada pra conversa mas, ao escutar o nosso burburinho, sentiu-se à
vontade pra falar.
E como falou. Sobre todos os assuntos que abordávamos, lá estava o comentário desse desconhecido, sempre impertinente. Não sei quanto aos outros, eu já não agüentava mais aquele estranho. Mas acho que estavam todos constrangidos em expulsá-lo da roda de conversa.
Depois disso, fiquei reparando que algumas pessoas se esforçam ao máximo para fingir possuir um conhecimento que não têm. É incrível como elas se dedicam tanto só pra se encaixar neste ou naquele grupo. Pra mim, um comportamento estranho... Como diria a minha avó: "O que Maria leva?" Sendo alguém que não é de verdade?
Eu sei que já devo ter feito isso outras vezes, mas tentarei me vigiar ao máximo pra evitar esse erro bobo. É melhor ouvir do que falar. Bobagem.
E como falou. Sobre todos os assuntos que abordávamos, lá estava o comentário desse desconhecido, sempre impertinente. Não sei quanto aos outros, eu já não agüentava mais aquele estranho. Mas acho que estavam todos constrangidos em expulsá-lo da roda de conversa.
Depois disso, fiquei reparando que algumas pessoas se esforçam ao máximo para fingir possuir um conhecimento que não têm. É incrível como elas se dedicam tanto só pra se encaixar neste ou naquele grupo. Pra mim, um comportamento estranho... Como diria a minha avó: "O que Maria leva?" Sendo alguém que não é de verdade?
Eu sei que já devo ter feito isso outras vezes, mas tentarei me vigiar ao máximo pra evitar esse erro bobo. É melhor ouvir do que falar. Bobagem.


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