Acho que vão se assustar um pouco com o título deste artigo mas
felizmente as duas coisas não estão relacionadas. Ontem eu estava vendo
o trabalho de um ilustrador na internet. Meio que reparando no traço
dos desenhos, escolha das cores e atitude dos personagens. Até que o
filho do irmão do meu diretor, que é uma criança um tanto inquieta,
passou atrás da minha cadeira e começou a dizer "Onde já se viu?
Reclamam que eu só vejo desenho e... e ele, grande desse jeito, fica
vendo desenho! Onde já se viu?"
Fiquei totalmente sem graça, óbvio. Mas, depois, fiquei pensando se outra criança faria o mesmo que ele fez? É evidente que a atitude dele reflete um pouco da educação, ou falta dela, que os pais dão ao menino. Ambos trabalham e ele passa o dia em atividades que ocupam seu tempo. O menino não tem tempo de brincar e ficar à toa com as crianças da sua idade, curtindo a infância na bobeira saudável que eu pude sentir quando fui criança, felizmente. Se fosse eu, na mesma idade dele, tentaria chegar perto da pessoa vendo desenhos e saber mais sobre eles. E não fazer o estardalhaço que o pestinha fez... Espero que meu filho nunca aja desse jeito.
E, pelo jornal de hoje, escutei que será feito um plebiscito, em outubro, para saber se o país continua a permitir a venda de armas ou não. Depois de uma grande campanha de desarmamento, acho que seria o próximo passo natural a ser seguido. Mas passar essa responsabilidade para a sociedade, que é vítima da violência urbana em geral, é um tanto esquisita. Não sei qual será o resultado desse plebiscito e ainda não sei no que optar. Tenho fé que alguma solução mais eficiente possa surgir nesse meio tempo...
Fiquei totalmente sem graça, óbvio. Mas, depois, fiquei pensando se outra criança faria o mesmo que ele fez? É evidente que a atitude dele reflete um pouco da educação, ou falta dela, que os pais dão ao menino. Ambos trabalham e ele passa o dia em atividades que ocupam seu tempo. O menino não tem tempo de brincar e ficar à toa com as crianças da sua idade, curtindo a infância na bobeira saudável que eu pude sentir quando fui criança, felizmente. Se fosse eu, na mesma idade dele, tentaria chegar perto da pessoa vendo desenhos e saber mais sobre eles. E não fazer o estardalhaço que o pestinha fez... Espero que meu filho nunca aja desse jeito.
E, pelo jornal de hoje, escutei que será feito um plebiscito, em outubro, para saber se o país continua a permitir a venda de armas ou não. Depois de uma grande campanha de desarmamento, acho que seria o próximo passo natural a ser seguido. Mas passar essa responsabilidade para a sociedade, que é vítima da violência urbana em geral, é um tanto esquisita. Não sei qual será o resultado desse plebiscito e ainda não sei no que optar. Tenho fé que alguma solução mais eficiente possa surgir nesse meio tempo...


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