A minha intenção é falar sobre tudo o que eu quiser. O que eu
considerar pertinente ou interessante vai acabar escrito aqui. E hoje
eu começo com um ditado que muitos acreditam ser uma das mais puras
verdades: "O que realmente importa é o Q.I. da pessoa". Eu sou o
primeiro a fazer pouco caso desse dito mas, tenho que reconhecer que,
para algumas pessoas, o grau de Q.I. ajuda e muito.
Hoje apareceu uma moça no escritório onde trabalho dizendo que tinha uma hora marcada com meu diretor (de arte... não gosto de chamá-lo de chefe! Toda vez que me referir a ele, vou nomeá-lo diretor). Tudo bem, os funcionários não precisam ficar sempre cientes da agenda do manda-chuva. Fui avisá-lo e, dada a autorização, a moça entrou. Nosso escritório é pequeno e aquele outro dito "as paredes tem ouvidos" ganha uma outra dimensão.
A conversa podia ser escutada sem problemas.
Pra falar a verdade, nesses momentos, todos colocam fones de ouvido, ligam seus iTunes
e continuam a trabalhar. Mas aquela moça chamou a nossa atenção - não
pela beleza física, não - pela maneira que ela se portou. O tema da
conversa foi estágio, não remunerado, que se iniciará agora em março.
Acho que meu diretor notou nossos olhares interessados e foi logo
desabafando. É claro que queríamos saber quem era aquela moça que
apareceu do nada. Ela é filha de um amigo dele! O pai da moça,
preocupado com a saturação do mercado de trabalho, foi logo arranjando
um canto para a filha. O "Quem Indica" ainda é grande salvador de
alguns (des)afortunados.
Eu nunca precisei disso. Consegui o meu espaço dando a cara a tapa. E posso afirmar com orgulho que essa é o melhor a se fazer.
Hoje apareceu uma moça no escritório onde trabalho dizendo que tinha uma hora marcada com meu diretor (de arte... não gosto de chamá-lo de chefe! Toda vez que me referir a ele, vou nomeá-lo diretor). Tudo bem, os funcionários não precisam ficar sempre cientes da agenda do manda-chuva. Fui avisá-lo e, dada a autorização, a moça entrou. Nosso escritório é pequeno e aquele outro dito "as paredes tem ouvidos" ganha uma outra dimensão.
A conversa podia ser escutada sem problemas.
Pra falar a verdade, nesses momentos, todos colocam fones de ouvido, ligam seus iTunes
e continuam a trabalhar. Mas aquela moça chamou a nossa atenção - não
pela beleza física, não - pela maneira que ela se portou. O tema da
conversa foi estágio, não remunerado, que se iniciará agora em março.
Acho que meu diretor notou nossos olhares interessados e foi logo
desabafando. É claro que queríamos saber quem era aquela moça que
apareceu do nada. Ela é filha de um amigo dele! O pai da moça,
preocupado com a saturação do mercado de trabalho, foi logo arranjando
um canto para a filha. O "Quem Indica" ainda é grande salvador de
alguns (des)afortunados.
Eu nunca precisei disso. Consegui o meu espaço dando a cara a tapa. E posso afirmar com orgulho que essa é o melhor a se fazer.


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